O Reino Unido saiu da União Europeia em 2020, e com ele saiu do regulamento que garante roaming à tarifa nacional. Vários operadores europeus voltaram a cobrar pela utilização em território britânico, e a maioria das pessoas só descobre isso quando recebe a fatura.
Porque Londres continua a sentir-se como um destino europeu. O voo é curto, paga-se em euros no cartão, e mentalmente ainda está no mesmo grupo que Madrid ou Paris. Só que, para o teu operador, está no mesmo grupo que a Suíça e a Noruega — e a Noruega, essa, continua abrangida.
Nem todos os operadores portugueses cobram roaming no Reino Unido, e alguns incluem-no em determinados tarifários. Vale a pena a chamada: pergunta especificamente se o Reino Unido está incluído no teu plano e, se estiver, com que limite de dados.
Um eSIM britânico resolve o problema pelo preço de um café por dia e evita a conversa desagradável no regresso. Instalas em casa, ativas quando aterras em Gatwick ou em Stansted, e o teu número português continua a receber chamadas e SMS.
Excelente em Inglaterra, no País de Gales e no sul da Escócia, incluindo em quase todo o metro de Londres, que passou a ter cobertura móvel nos túneis. As Terras Altas da Escócia e as ilhas continuam a ter zonas sem rede — e isso não é do teu plano, é da geografia.
A Irlanda continua na União Europeia e continua abrangida pelas regras de roaming. Cuidado com a Irlanda do Norte, que faz parte do Reino Unido: se atravessares a fronteira de carro, o telemóvel pode agarrar-se a uma rede britânica sem tu deres por isso.